QUE TODOS SEJAM UM!
Com este apelo do próprio Cristo (cf. Jo 17, 21), pensei em tratar neste artigo, sobre um tema que é fundamental, e será nosso referencial e a base de nossa norma ética par os textos que aqui forem publicados: o ecumenismo.
Mas o que é ecumenismo senão o empenho de todos para que a diversidade religiosa seja respeitada em suas particularidades e caminhem juntos?
Muito mais do que tolerância religiosa, que é apenas permitir que o outro realize seus cultos e preceitos, o ecumenismo se distingue pelo fato de propor que, além de “tolerar” os outros, juntos caminhem para o objetivo comum a todas as religiões sérias: uma sociedade justa e fraterna. Para alcançar esse escopo um requisito é essencial, sem comunhão não podemos transformar a sociedade.
Pensar nessa possibilidade, onde todos juntos lutam por um bem comum, muitas vezes parece mais uma utopia do que uma realidade que possa ser alcançada, já que são constantes nos noticiários as guerras e violência gerada por aqueles que utilizam das diferenças entre as opções religiosas para justificar os conflitos que envolvem muitas outras causas.
Para iniciar os esforços para uma sociedade ecumênica não podemos pensar em resolver o problema em âmbito mundial, mas como podemos concretizá-lo em nossa cidade, em nosso bairro, em nossa realidade. Constatando que, as comunidades brasileiras geralmente são formadas por Igrejas Católicas e Evangélicas, é então nessa realidade que devemos colocar em prática preceitos de comunhão e amor, que ambas ensinam.
A unidade não estabelece que mesclemos as diferenças religiosas, e abandonemos nossas convicções e nossas doutrinas, pois a riqueza do ecumenismo está exatamente nisso, a diversidade religiosa faz com que possamos unir forças para conseguirmos mudar o mundo, por que juntos somos mais fortes!
Anderson Santana Cunha.
a.santana.cunha@folha.com.br
Com este apelo do próprio Cristo (cf. Jo 17, 21), pensei em tratar neste artigo, sobre um tema que é fundamental, e será nosso referencial e a base de nossa norma ética par os textos que aqui forem publicados: o ecumenismo.
Mas o que é ecumenismo senão o empenho de todos para que a diversidade religiosa seja respeitada em suas particularidades e caminhem juntos?
Muito mais do que tolerância religiosa, que é apenas permitir que o outro realize seus cultos e preceitos, o ecumenismo se distingue pelo fato de propor que, além de “tolerar” os outros, juntos caminhem para o objetivo comum a todas as religiões sérias: uma sociedade justa e fraterna. Para alcançar esse escopo um requisito é essencial, sem comunhão não podemos transformar a sociedade.
Pensar nessa possibilidade, onde todos juntos lutam por um bem comum, muitas vezes parece mais uma utopia do que uma realidade que possa ser alcançada, já que são constantes nos noticiários as guerras e violência gerada por aqueles que utilizam das diferenças entre as opções religiosas para justificar os conflitos que envolvem muitas outras causas.
Para iniciar os esforços para uma sociedade ecumênica não podemos pensar em resolver o problema em âmbito mundial, mas como podemos concretizá-lo em nossa cidade, em nosso bairro, em nossa realidade. Constatando que, as comunidades brasileiras geralmente são formadas por Igrejas Católicas e Evangélicas, é então nessa realidade que devemos colocar em prática preceitos de comunhão e amor, que ambas ensinam.
A unidade não estabelece que mesclemos as diferenças religiosas, e abandonemos nossas convicções e nossas doutrinas, pois a riqueza do ecumenismo está exatamente nisso, a diversidade religiosa faz com que possamos unir forças para conseguirmos mudar o mundo, por que juntos somos mais fortes!
Anderson Santana Cunha.
a.santana.cunha@folha.com.br




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